segunda-feira, 10 de agosto de 2009
quarta-feira, 3 de junho de 2009
Honda CB 300,pequena Hornet ??
Se você quer uma Hornet, mas não dispõe de mais de R$ 30.000,00 no banco, seus problemas acabaram !!
A Honda irá lançar no próximo dia 29 a CB 300 , uma pequena "Hornet" para alegrar os menos afortunados !
A Honda, assim como as outras montadoras, tiveram de se adequar as normas de emissões e poluentes do PROMOT 3. Para chegar aos índices necessários foi preciso usar catalisadores e injeção eletrônica. Com isso, menor potência e menos poluentes na atmosfera.
O lançamento oficial da CB 300R e da XRE 300 está marcado para o dia 29 de maio, e o preço oficial ainda não foi divulgado, a única certeza é que será abaixo dos R$ 15.000,00.
O lançamento oficial da CB 300R e da XRE 300 está marcado para o dia 29 de maio, e o preço oficial ainda não foi divulgado, a única certeza é que será abaixo dos R$ 15.000,00.
As novas motos equipadas com motores de 300 cm³ irão aposentar a street CBX Twister 250 e a on-off XR Tornado 250.
A XRE 300 traz ainda câmbio de cinco velocidades e sistema de injeção eletrônica PGM-FI.A trail da Honda foi montada sobre um novo chassi - berço semi-duplo - que, segundo a montadora, oferece agilidade e fácil pilotagem. Na dianteira, garfo telescópico de longo curso e freio a disco de 256 mm de diâmetro e cáliper de duplo pistão. Na traseira, suspensão monoamortecida (Pro-Link), com tensão de mola ajustável e balança de alumínio (Aluminium Swing Arm). Ao menos na teoria guarda o DNA off-road da Tornado para rodar com desenvoltura em estradas de terra.
O freio ? um disco de 220 mm de diâmetro com pinça de pistão simples. Na cor dourada, as pinças conferem visual ainda mais sofisticado ao novo modelo trail da Honda. O peso a seco da XRE 300 é de 144,5 kg – 7,5 kg mais leve que a Falcon, porém 10 kg mais pesada que a XR 250.
Disponível nas cores preta, vermelha e amarela metálica, o preço público sugerido é de R$ 12.890,00 (base Estado de São Paulo) e não inclui despesas com frete e seguro. Porém, na prática esta moto deverá ser comercializada em torno de R$ 13.500,00. Sua principal concorrente, a Yamaha Lander 250 (2008), tem 20,7 cv de potência máxima e custa R$ 12.331,00 e a XRE tem 26,1 cv a 7.500 rpm de potência máxima e 2,81 kgf.m a 6.000 rpm.
O freio ? um disco de 220 mm de diâmetro com pinça de pistão simples. Na cor dourada, as pinças conferem visual ainda mais sofisticado ao novo modelo trail da Honda. O peso a seco da XRE 300 é de 144,5 kg – 7,5 kg mais leve que a Falcon, porém 10 kg mais pesada que a XR 250.
Disponível nas cores preta, vermelha e amarela metálica, o preço público sugerido é de R$ 12.890,00 (base Estado de São Paulo) e não inclui despesas com frete e seguro. Porém, na prática esta moto deverá ser comercializada em torno de R$ 13.500,00. Sua principal concorrente, a Yamaha Lander 250 (2008), tem 20,7 cv de potência máxima e custa R$ 12.331,00 e a XRE tem 26,1 cv a 7.500 rpm de potência máxima e 2,81 kgf.m a 6.000 rpm.
segunda-feira, 18 de maio de 2009
quarta-feira, 11 de março de 2009
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
domingo, 3 de agosto de 2008
Comparadas, Honda CB 600F Hornet e Honda CBR 600RR mostram que são 'primas' distantes
Elas compartilharem o mesmo motor de quatro cilindros em linha de exatos 599 cm³ de capacidade. Em ambas, as suspensões são invertidas na dianteira e monoamortecidas na traseira. Rodas e pneus são exatamente iguais nas duas -- aro 17 em liga-leve calçadas com pneus 120/70 na frente e 180/55, atrás. O que faz, então, a Honda CBR 600RR custar muito mais que a Honda CB 600F Hornet? A resposta está no projeto de cada uma das motos.
Não é apenas o visual esportivo e a carenagem da CBR 600 que justifica a diferença de R$ 10.000 entre os dois modelos. O que diferencia os dois modelos Honda de 600cc é a tecnologia envolvida em cada um deles.Além da óbvia diferença de estilo -- naked e superesportiva -- e da constatação de que a CB 600F Hornet é mais versátil e confortável que a CBR 600RR, uma análise técnica de cada um dos modelos mostra o que faz destas motos "primas" distantes.
Os dois propulsores têm a mesma capacidade cúbica e originam-se do mesmo projeto. Têm o mesmo diâmetro e curso e a mesma capacidade (599 cm³), além da mesma estrutura -- quatro cilindros em linha com duplo comando de válvulas no cabeçote (DOHC). Porém internamente há muitas diferenças que fazem a Hornet produzir "apenas" 102 cv a 12.000 rpm, enquanto a CBR oferece 120 cv a 13.500 rpm.
A começar pelos materiais utilizados na fabricação. Enquanto os pistões da CBR são feitos em alumínio forjado, os da Hornet são feitos em alumínio injetado. Isso porque na CBR, o motor gira mais que na Hornet e, portanto, os pistões sofrem maior esforço.A tampa de válvulas da CBR é feita em magnésio, já na Hornet é feita em alumínio. Materiais que começam a explicar a diferença de preço.
Mas os 18 cv a mais da CBR 600RR não vêm só dos materiais utilizados. Os sistemas de alimentação e exaustão das duas motos são completamente diferentes. Enquanto na Hornet apenas uma mola controla a abertura das válvulas, na CBR são duas. Apesar de terem o mesmo ângulo de abertura das válvulas, os dutos de admissão têm ângulos diferentes. "O motor da CBR 600 também é mais inclinado à frente. Isso faz com que a mistura despenque para dentro da câmara de combustão", simplifica Alfredo.Outro item importante para a maior potência no modelo superesportivo é o sistema de alimentação. Apesar de ambas serem equipadas com injeção eletrônica, a CBR 600RR traz o sistema de dois bicos injetores por cilindro, enquanto a Hornet tem apenas um. Isso sem falar na indução direta de ar, uma espécie de turbo natural que em altas velocidades injeta ar com mais velocidade para dentro do motor. O sistema pode ser notado pela grande abertura central na carenagem da CBR 600.
Na prática, nota-se que o motor da Hornet funciona mais "redondo" em baixas rotações e em uso urbano, mas também oferece emoção se o piloto girar o acelerador. Já na CBR 600RR, o propulsor parece ter fôlego infinito em altas rotações, empurrando sem parar até os 13.500 rpm.
As suspensões que podem parecer semelhantes aos leigos guardam também importantes diferenças. Apesar da mesma especificação, o garfo telescópico dianteiro da Hornet já vem com um acerto para o uso em ruas e estradas, em sintonia com seu chassi. Já na CBR 600RR, há múltiplas regulagens, desde a pré-carga da mola até a velocidade de compressão e retorno. "Como cada piloto tem sua tocada, na CBR pode-se regular a suspensão ao seu gosto. Já na Hornet o acerto é padrão de fábrica", diz Guedes.Na suspensão traseira, mais diferenças. Enquanto o único conjunto mola-amortecedor da Hornet está fixado na balança, no sistema Unit Pro-Link da CBR 600, o amortecedor está embutido na balança traseira -- tecnologia já usada nas motos de competição da Honda, como a RC 212V do Mundial de MotoGP. Tudo para manter a roda no chão nas saídas de curva e acelerações.Ao rodar com as duas, nota-se a maior rigidez da CBR. A moto fica mais "dura" para circular na cidade, porém mais estável em uso extremo, como frenagens bruscas para fazer uma curva. Já a Hornet sente-se em casa ao passar em corredores e enfrentar algumas (pequenas, é verdade) imperfeições no asfalto.Sem falar na posição de pilotagem, que também influencia no conforto do motociclista. Na CBR, o piloto fica deitado sobre o tanque, já na Hornet a postura é mais ereta. Mas aí é uma questão de estilo e gosto de cada um. Além do bolso, é claro. Já que a Hornet tem preço sugerido de R$ 30.837 (R$ 33.137, na versão com ABS), enquanto a CBR 600RR, R$ 42.200. Uma diferença e tanto que vai além do estilo.
fonte: UOL
quinta-feira, 24 de julho de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
Hornet 600 F com ABS
A nova CB 600F Hornet pode ser equipada com ABS (Antilock Brake System) e CBS (Combined Brake System), opcional incorporado a linha de produção desde maio. Na ponta do lápis, a Hornet com Combined ABS fica R$ 2,3 mil mais cara que a versão standard. O modelo naked top de linha tem preço sugerido de R$ 33.137 (estado de São Paulo, sem frete, óleo e seguro).
Além do preço mais salgado do que a versão standard, a Hornet com Combined ABS é quatro quilos mais pesada – 177 kg contra 173 kg – e traz pinças de freio de três pistões na dianteira – na convencional são pinças de dois pistões. Os discos continuam sendo dois de 296 mm de diâmetro na frente e somente um de 240 mm com pinça simples atrás.
A mudança nas pinças dianteiras foi feita em função do sistema de freios combinados, que liga o pedal de freio traseiro ao pistão central da pinça de freio do disco direito. Resumindo: o sistema CBS (Combined Brake System) aciona uma das pinças do freio dianteiro quando o motociclista pisa firmemente no freio traseiro. Mas o interessante é que essa última versão do CBS não aciona o freio dianteiro em qualquer “pisada” no pedal.
Uma válvula de retardo (delay valve) posicionada entre o cilindro mestre traseiro e a pinça de freio dianteira é a responsável por garantir o funcionamento desse sistema somente em situações de emergência. Se ao pilotar, o piloto pisar suavemente no freio traseiro vai resultar em pouca ou quase nenhuma ação sobre a pastilha dianteira direita. Dispositivo muito útil em manobras em baixa velocidade ou na entrada de curvas.
O sistema antitravamento dos freios é o primeiro a equipar uma naked de média cilindrada. Compacto e leve minimiza as chances dos pneus derraparem em superfícies escorregadias.
Uma Unidade de Controle Eletrônico (ECU) regula um modelador motorizado que controla tanto o freio dianteiro como o traseiro. A ECU também monitora constantemente sensores de velocidade acoplados ao centro das duas rodas.
Ao menor sinal de derrapagem que é detectada por meio da velocidade de rotação das rodas dianteira e traseira faz com que a ECU ative o modulador para que ele controle a pressão sobre os freios em um ciclo de soltar-frear-soltar. Isso até que a velocidade de rotação das duas rodas volte a índices normais.
Isso acontece muito rápido a ponto de ser difícil notar a atuação do ABS. Apesar de já ter pilotado outras motos com ABS, confesso que no caso da Hornet foi realmente imperceptível o funcionamento do sistema. Tive que pisar com muita vontade no pedal de freio traseiro quando rodava em um piso escorregadio até que pudesse sentir o pedal fazer o “tuc-tuc” característico do ABS aliviando a pressão do freio.
Realmente o sistema Combined ABS contribui para uma frenagem mais segura e progressiva em diversas situações. Levando-se em conta o preço sugerido das duas versões, vale a pena pagar cerca de 7% a mais por um sistema que pode tirar o motociclista de situações complicadas.
sábado, 7 de junho de 2008
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